segunda-feira, 4 de maio de 2020

PANDÉMICOS!



Quando achamos 
que temos todas 
as respostas, 
vem a vida e
muda todas as perguntas.




Subitamente, fomos declarados 'pandémicos'. O facto é que eu, Filipe Coutinho, já tinha começado a fazer contas à vida no final de janeiro. Estas surpresas chinesas nunca são surpresas, são certezas obscuras. A Filipa, no alto da sua tranquilidade, disse à altura que o bicho era uma ficção e que tudo não passava de folclore para favorecer as farmacêuticas, os chineses, quaisquer outros interesses globais, ou mesmo para favorecer as tartarugas Ninja!

Eu, como referi em janeiro, ‘confinei’ o pensamento e considerei que o surto era muito mais perigoso do que se perspetivava e agi em conformidade. Fiz umas compras antecipadas – gel, álcool, luvas, medicamentos – mas esqueci-me das máscaras. Disse à altura que tudo ou quase tudo ia fechar, que o alarme social poderia gerar situações de conflitualidade generalizada nas ruas, que o estado de emergência ia ser declarado e que muito provavelmente poderíamos vir a assistir à declaração de estado de sítio. À excepção das compras, acho que exagerei de sobremaneira.

Só na transição do estado de calamidade para o 1º estado de emergência é que a Filipa despertou e começou a considerar que a situação era mais séria do que ela tinha previsto. Curiosamente, esse foi o momento em que comecei a considerar que o exagero estava instalado. Tive acesso a uma entrevista dada por um médico português – André Dias, PhD., Doutorado em Modelação de Doenças Pulmonares pela Universidade de Tromso, na Noruega – que enfatizou, com base em dados reais, que o modo como o mundo estava a lidar com a pandemia do novo coronavírus era injustificada. Foi a autópsia de um EQUÍVOCO.




A Filipa, entretanto, adaptou-se ao COVID-19 e, independentemente das informações contraditórias, fossem elas oficiais ou oficiosas, começou a dar corda aos sapatos e era o ver se te avias. Equipada com o seu EPI, ajudava tudo e todos e não havia medo que a detivesse.


Ambos fizemos o download do nosso ‘novo normal’ 
e já estamos prontos para a nova temporada,



Filipe Coutinho

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

O meu ‘REI’


Esta minha nova vida pode não ter começado num "era uma vez", mas vai acabar num "fomos felizes para sempre".
É bom saber que tenho alguém no mundo que me faz tão bem

Olá Filipe, vim aqui para te dizer algo sério, importante e necessário… vim aqui para te dizer que penso em ti desde o nascer ao por do sol e no entretanto sonho contigo… vim dizer que tu és o meu Rei e que sinto algo que parece não caber em lado algum, algo que não consigo definir nunca... um amor imenso que não tem tamanho, um amor que nunca terá fim, sabes porquê?

PORQUE me sinto segura ao teu lado, porque me sinto amada, porque posso sempre contar contigo, porque nunca me deixas para trás, porque gostas do meu mundo, porque estás sempre disponível, porque gostas da minha ajuda, porque podemos ser 'estúpidos’ juntos, porque rio muito ao teu lado, enfim, por todos os porquês! Afinal, tu só podes ser aquela outra metade pela qual esperei a vida inteira. É bom amar-te.



Nada me falta além da tua presença.


Filipa Coutinho

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Carta ABERTA


Quando pensei em 2020, pensei que muito pode acontecer.


Mas, no essencial, pensei naquilo que não se vende nas lojas, nem em lado nenhum. Pensei num ‘’gosto muito de ti’’, num ‘’obrigada por existires’’, num ‘’estou aqui para ti, SEMPRE’’.

Filipa, quando tiveres que me dar um presente - seja em dezembro, em outubro ou noutro mês qualquer - prefiro que me ofereças abraços apertados, gargalhadas, palavras que me protejam, mãos dadas o ano inteiro, que me ajudes a viver de peito aberto e a acreditar sem mas, enfim, que me proporciones aqueles pequenos nadas que valem tudo na vida



Filipe Coutinho

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

‘Nós’ e ‘A Gente’!


Muitos têm assumido o pronome ‘a gente’ como a primeira pessoa do plural, o que demonstra a sua aceitação e a sua funcionalidade. Assim fica a dúvida: qual o pronome mais correto? “A Gente” ou “Nós”?



Na verdade não há um mais correto que outro. Equivalem-se. Um inclusive – a gente – tem a concordância mais simplificada. Quando dizemos ‘a gente’, todos os verbos que concordarem com essa expressão estarão obrigatoriamente no singular. Diz-se a ‘gente vai’ e não ‘a gente fomos’ mas se a usar o verbo no plural, use o pronome ‘nós’, ‘nós fomos…’, ‘nós viemos…’, ‘nós concordamos…’. Não existem certo e errado, existe uma outra forma de se transmitir uma mesma ideia, de modo simples – ‘a gente’ – ou de modo mais cerimonioso, sério, formal – ‘nós’.


A Filipa quer simplesmente abolir a forma “a gente” na função pronominal. É verdade que a gramática tradicional considera apenas a existência dos pronomes pessoais eu, tu, ele, nós, vós e eles – que não inclui formas como “você” e “a gente”. Por isso, quando fazemos o uso da norma culta, devemos exigir o “nós”. Já na comunicação informal, “a gente” é perfeitamente aceitável.




Até mesmo o genial Machado de Assis, famoso pelo fino trato com as palavras, escreveu: “A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre, por mais vontade que tenha de as infringir deslavadamente.”



Filipe Coutinho

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Hello, Hello… então!?




Qual será o motivo que faz com que algumas pessoas contem as mesmas coisas com alguma frequência?

Os estudiosos têm analisado dois tipos de memória. Basicamente, são a memória “de entrada” (lembrar de quem lhe contou algo) e a “de saída” (distinguir aquele a quem contou algo).

Sabemos que com a idade este fenómeno acaba por se revelar de forma mais evidente, já que as pessoas idosas tendem a contar várias vezes uma mesma lembrança das suas vidas. 

De facto, os académicos concluíram que com o avançar da idade, o nosso cérebro perde paulatinamente a habilidade de lembrar com quem compartilhamos determinada informação. Embora a Filipa tenha um super-cérebro, dentro do seu género, e com a inspeção em dia, aparenta, com alguma frequência, ter uma falha cristalina, tanto na memória “de entrada” como na memória “de saída”.



Muitas vezes o Filipe acaba por ter de lhe dizer, “olha, já me disseste isso” ou, “foi comigo que partilhaste esse assunto”. Não é grave, é diferente.




Filipe Coutinho

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terça-feira, 16 de abril de 2019

Casa Branca



O closet da Filipa, ou antes, o closet que a Filipa exigiu, passou a chamar-se, pelo menos aqui por casa, por Casa Branca. Um espaço inviolável, bem grande, com certeza, e que é o sonho de muitas mulheres. A Filipa como é uma super-mulher, esse sonho é também um super-sonho. Tudo por aqui é, ou tem que ser, proporcional!

Os homens acabam por se contentar com um cantinho no guarda-roupa do casal ou enquanto solteiros com um armário simples de duas portas. 


Ao contrário da Filipa, que quanto mais espaço tem mais precisa, o Filipe tem o seu quinhão no quarto do casal. Sobrevive.

A Filipa vive feliz no meio das roupas, dos calçados e dos acessórios, sempre com tudo muito bem organizado. Com tudo arrumadinho, até dá gosto ver os muitos pares de Levi Strauss e os inúmeros pares de sapatos e botas todos expostos como numa loja! Quem nunca sonhou em ter a sua própria vitrine de sapatos em casa? 



A Filipa sonhou!



Filipe Coutinho

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domingo, 24 de março de 2019

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Escherichia Coli


Encontrei o meu Miguel de Vasconcelos’…!?

Contudo, este não esteve aliado à corte castelhana de Madrid nem tinha plenos poderes para me aplicar pesados impostos. Este travestiu-se de E.Coli e andou por aí a causar-me estranhas sensações.



O Miguel de 1640, quando se apercebeu que não podia fugir, escondeu-se num armário, fechou-se lá dentro, e tinha uma arma. O que o denunciou foi o tamanho do armário. Ao tentar mudar de posição, remexeu-se, o que bastou para os conspiradores rebentarem a porta e o crivarem de balas. Depois atiraram-no pela janela fora.

Pois eu utilizei a velha técnica da medicina contemporânea, isto é, fui ao Sr. Doutor e fiz umas análises. Lá estava ele escondido – no caso, uma ela – ainda com cara de comprometida, a tentar criar mais caos à sua volta. Mas esta Coli é daquelas que têm no seu ADN o gene da traição. O nosso ‘organismo’ está cheio delas e na sua grande maioria têm boas intenções. Esta NÃO, era o meu ‘Miguel de Vasconcelos’. São elas, as E-Coli, que nos protegem da invasão de outras bactérias, com o objetivo de nos ajudarem a garantir o bom funcionamento dos sistemas.

De facto andei com os sistemas meio confusos durante algumas semanas, mas a Filipa equilibrou a confusão. Ainda assim não houve quebra no serviço, foram dias de festa, jantares e almoços sucessivos sem cessar.  


  
Filipe Coutinho

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O ‘organismo’


Ultimamente o ‘organismo’ tem tido um protagonismo inesperado. Ambos, o Casal e o ‘organismo’, têm tido necessidade de se confrontarem. As vitórias e as derrotas vão-se dividindo.



Devo confessar que tenho dado mais armas ao ‘organismo’ do que a Filipa e, nesse sentido, sinto que tenho andado a remar contra a corrente. Parece que de repente somos três cá em casa, quando não somos quatro. De facto quando o ‘organismo’ ataca com todas as armas acabamos por ser quatro à mesa, quatro a ver filmes ou mesmo quatro a dormir. Enfim, um rebuliço.

O facto é que o ‘organismo’ anda por aí a causar danos, ainda que temporários, mas, como diz o Povo que é sábio, “elas não matam mas moem”!

Estou a desenvolver um plano para fazer com que o ‘organismo’ se sinta ignorado e inofensivo. Já tenho parceiros e todos juntos, com a preciosa ajuda da Filipa, vamos dominar o ‘bicho’.


Agora vou ao Sr. Doutor... e
amanhã vou à FARMÁCIA!


Filipe Coutinho


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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Boas CONTINUAÇÕES


Desde o dia 13 de dezembro até agora aconteceram muitas coisas, sem cessar. Foi a preparação do Natal, foi o Natal, foi a preparação do Fim do Ano, foi o Fim do Ano e finalmente foi a descoberta de um Ano Novo, agora denominado por 2019.



Os festejos e os desejos foram imensos. Foram os equivalentes àquelas entrevistas feitas às candidatas a Miss Universo, que desejam sempre a Paz no mundo e que todas as crianças saltem e pulem de felicidade. Que no Natal o amor e a esperança aqueçam os nossos corações e que o Ano Novo traga grandes realizações e muita felicidade para todos. Mais um ano se encerra, mais um ciclo se fecha e é tempo de fazer uma retrospetiva. É tempo de olhar para trás e rever os planos que foram traçados, o caminho que foi percorrido, as metas e os objetivos que foram alcançados. É tempo também de olhar para a frente, refazer planos, vislumbrar novos horizontes, e abrir o coração para sonhar.

Há aqui imensa ternura e toneladas de compromissos sérios. Muitos até acabam por dizer que compartilham o local de trabalho com pessoas tão maravilhosas, que até os anos passam mais rápido, pois a vida ganha mais significado e alegria.

Nós, por aqui, não fizemos nada disto (...) não embarcámos em mensagens comuns, mensagens melosas, apenas dissemos adeus ao ano velho com muita alegria e animação e entrámos no ano novo com o pé e a roda direita, cheios de esperança no coração! Também, desejámos que este ano, que agora começa, traga muita paz, saúde, amor e mais sabedoria e que seja um ano iluminado e abençoado. Celebrámos ainda a vida junto de quem amamos porque chegou o momento de repensar sobre o que não foi feito, o que foi e o que queremos fazer amanhã. Não esquecemos o Natal porque ainda que não tenhamos idade para acreditar no Papai Noel, em honra da nossa infância, pedimos um presente para todos vocês, amigos do coração e da vida.


Em síntese,

BOAS CONTINUAÇÕES



Filipe Coutinho


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