domingo, 28 de fevereiro de 2021

Vai-se DESLIGAR!


Olha, vai-se desligar…!!@!?, diz a Felipa, sempre atenta, com a necessidade de me informar que a televisão se vai mesmo desligar, caso não sejam tomadas, atempadamente, as medidas preventivas adequadas!

Esta situação é recorrente.

Se a Filipa não tivesse sempre esta atitude diligente, meticulosa e providente - até mesmo INSPIRADORA - o filme, a série ou até mesmo a informação noticiosa, perdia-se, e ninguém dava por isso. Nem eu, nem o Lucas, nem mesmo o Sérgio das televendas, que - depois de dizer Olá - já só tinha 40 segundos para falar!

 

Obrigado


Filipe Coutinho

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Conversas…#@%!!?


Quando nós achamos que sabemos tudo, 
vem a pandemia e muda todas as conversas.


Não há nada como sair de casa cá dentro
 

Filipa, lembras-te o que tínhamos combinado?

Pois é, ficámos de ir a casa dos Ló para comemorarmos o primeiro ano do lançamento da nossa marca de vinhos! De qualquer forma, acho que devíamos falar primeiro com os Rodrigues para saber se eles também estão a pensar juntar-se a nós. Quanto aos outros não sei mas acredito que seremos 10 ou 12 à mesa.

Mudando de assunto, amanhã temos de sair mais cedo para conseguirmos chegar ao ginásio antes de todos os outros de forma a evitarmos as cenas do costume. Não queria que se repetisse aquela situação das raquetes e muito menos ter de ficar outra vez no balneário azul.

Amanhã vou preparar toda a documentação para participarmos no concurso de que te falei a semana passada – o mestre cavaleiro – e seria fantástico se a Madrinha também se inscrevesse. Podias falar com ela ainda hoje, e dizer-lhe que as inscrições estão limitadas ao número de cavalos disponíveis. Ela podia montar o ROJÃO porque, para além de gostar dele, tem conseguido bons resultados. Se bem me lembro, da ultima vez ficou à frente dos Raposos.

Também, tenho andado preocupado com a nossa viagem a Paris porque parece que a maioria dos hotéis estão cheios. Caso a situação se mantenha, proponho que façamos a viagem a meio da próxima semana e que aproveitemos a situação para fazer uma espécie de fim-de-semana antecipado. Podemos até convidar os Pierre para almoçarem connosco, logo na quinta-feira, já que não os vemos há mais de um ano.

Agora vou a casa dos Guimarães para acertarmos todos os pormenores sobre a Festa do Presunto. O Tiago e a Mafalda Antunes vão lá estar. Queres que adiante alguma coisa sobre o teu projeto das tatuagens ou vens também!   


Filipa, qual é o filme que queres ver hoje?
Se calhar preferes uma série.

Telefonas-te aos Azevedos? 


Filipe Coutinho

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domingo, 14 de fevereiro de 2021

#aminhanamorada

 

Dia dos Namorados, uma lenda com tradição


A filha do carcereiro de Valentim, que era cega, movida pela curiosidade, terá pedido para o visitar no cárcere e, mal se aproximou dele, recuperou a visão. Ambos se apaixonaram um pelo outro. Numa carta escrita à sua amada, ele ter-se-á despedido com a expressão “do seu Valentim”, sinónimo de “do seu namorado”.

Eu amo a Filipa. 


Filipe Coutinho

 

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Novo Ano, nova ESTIRPE!

O OPTIMISTA fica acordado até à meia-noite para testemunhar a entrada do Novo Ano. Os PESSIMISTAS ficam acordados noite dentro, para terem a certeza que o ano velho já se foi.

 


Vim aqui para desejar que a Filipa tenha o melhor 2021de sempre´…!!@!?  e ainda, como diria ‘o outro’, Saúde, Paz e Prosperidade, para todos os Povos e Nações do MUNDO!


 

Filipe Coutinho

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domingo, 13 de setembro de 2020

Foi ONTEM...



 




O casal perfeito existe.

É feito de lógica e razão.



Filipa Coutinho   Filipe Coutinho

 

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sábado, 12 de setembro de 2020

É Hoje....

721 dias depois, vai acontecer!

Um percurso estruturado, com poucos contratempos, mas com uma pandemia pelo meio. Nós seguimos em frente.

 

Acredito que num casamento tem que haver compatibilidade entre os interesses de ambos. Compatibilidade não quer dizer igualdade. É importante levar em consideração as diferenças. Digo mais, é SEMPRE preciso processar, entender e aceitar as diferenças. Os interesses estão mais associados ao momento de vida de cada um e menos, por exemplo, à idade. A métrica da idade é apenas isso, uma métrica.

Sem excepcionar o AMOR – que é uma espécie de refogado insubstituível – devemos considerar, por exemplo, todos os outros interesses: os afectivos, as expectativas quanto ao futuro, os filhos, o ‘work life balance’, i,e, os interesses que se movem em torno das carreiras profissionais face à disponibilidade para gozarem tempo juntos, os desafios futuros, entre muitos outros.

 

 

Tome NOTA:

PRÍNCIPE: o Príncipe encantado não existe! (1)DEDICAÇÃO: para que o motor não falhe, a dedicação tem de ser mútua ; CRISES: em momentos de crise o segredo é saber contorná-las e sair fortalecidos ; ROTINA: todos os casamentos caem na rotina, mas o segredo, de novo, é ser realista e perceber como ser criativo nessas ocasiões – e também saber viver com ela, já que às vezes, ela pode ser nossa aliada (2)STRESS: compartilhar todos os momentos do dia sem criar stress â sua outra metade – é preciso saber entender quando o outro não tem vontade de falar sobre nada depois de um dia cheio de tudo (3)DISCUSSÕES: vai haver discussões – é natural como o iogurte – mas é preciso saber discutir sem faltar ao respeito e sem colocar a relação em risco! ;FELICIDADE: a felicidade não depende apenas do casamento, embora ele seja um pilar importante, já que deve evoluir com o intuito de se tornar um “porto seguro” ; PACIÊNCIA: a paciência tem de ser, ou deve ser, um dos primeiros ingredientes de um casamento feliz (4);DAR: dar o que se quer receber é um segredo básico para a felicidade do casal ;OPINIÃO: a nossa opinião não é a verdade absoluta, é apenas a nossa opinião (5);AMEAÇAS: não podem existir ameaças, é um caminho sem retorno ; CONFIANÇA: é basilar – caso não exista ou se perca, não vale a pena fingir ; DEFEITOS: eu também tenho defeitos e a Filipa também já os descobriu ; ATRITOS: não vale a pena ir dormir sem ter resolvido um qualquer atrito latente ; FAMÍLIA: as famílias podem dar conselhos, mas jamais devem decidir por nós ; DIA-a-DIA: é importante encontrar o prazer e a alegria nas pequenas coisas do dia a dia. (cozinhar juntos, caminhar juntos (6), ver um filme juntos, degustar um vinho, ver um jogo do Sporting juntos, etc…) ; ADAPTAR: não vale a pena tentar mudar o outro sempre que percepcionar um aparente “defeito” – não é possível – o que vale a pena é adaptar-se ; ELOGIOS: elogios são sempre bem-vindos! PONTO ; SEGREDOS: uma coisa é individualidade e outra, bem diferente, são os segredos… não vale a pena alimentar os segredos porque mais tarde do que cedo, eles serão motivo de ruptura, por menores que sejam ; SILÊNCIOS: o silêncio pode ser muito mais nocivo do que as palavras, portanto, nada de silêncios constrangedores… o melhor é discutir e resolver o que houver a resolver! ; PERFEIÇÃO: o meu casamento não será perfeito, nenhum é! (7)CERTEZA: é importante nunca esquecer porque quisemos casar e fazer este caminho juntos... esta certeza vai ser uma grande aliada em momentos de crise ;AMIGOS: não nos podemos fechar e tentarmos ser felizes sozinhos... a família e os amigos importam, e muito! ; HUMOR: nunca, mas nunca, deixe o humor à porta (8)


(1) – eu sou um Rei; (2) – tenho rotinas; (3) – compartilho muito; (4) – sou tipo chinês; (5) – tenho imensa opinião; (6) – não ando; (7) – eu sou perfeito; (8) – invento / crio humor

 

 

A Lealdade mede o nosso carácter.

Eu AMO a Filipa


Filipe Coutinho


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segunda-feira, 4 de maio de 2020

PANDÉMICOS!



Quando achamos 
que temos todas 
as respostas, 
vem a vida e
muda todas as perguntas.




Subitamente, fomos declarados 'pandémicos'. O facto é que eu, Filipe Coutinho, já tinha começado a fazer contas à vida no final de janeiro. Estas surpresas chinesas nunca são surpresas, são certezas obscuras. A Filipa, no alto da sua tranquilidade, disse à altura que o bicho era uma ficção e que tudo não passava de folclore para favorecer as farmacêuticas, os chineses, quaisquer outros interesses globais, ou mesmo para favorecer as tartarugas Ninja!

Eu, como referi em janeiro, ‘confinei’ o pensamento e considerei que o surto era muito mais perigoso do que se perspetivava e agi em conformidade. Fiz umas compras antecipadas – gel, álcool, luvas, medicamentos – mas esqueci-me das máscaras. Disse à altura que tudo ou quase tudo ia fechar, que o alarme social poderia gerar situações de conflitualidade generalizada nas ruas, que o estado de emergência ia ser declarado e que muito provavelmente poderíamos vir a assistir à declaração de estado de sítio. À excepção das compras, acho que exagerei de sobremaneira.

Só na transição do estado de calamidade para o 1º estado de emergência é que a Filipa despertou e começou a considerar que a situação era mais séria do que ela tinha previsto. Curiosamente, esse foi o momento em que comecei a considerar que o exagero estava instalado. Tive acesso a uma entrevista dada por um médico português – André Dias, PhD., Doutorado em Modelação de Doenças Pulmonares pela Universidade de Tromso, na Noruega – que enfatizou, com base em dados reais, que o modo como o mundo estava a lidar com a pandemia do novo coronavírus era injustificada. Foi a autópsia de um EQUÍVOCO.




A Filipa, entretanto, adaptou-se ao COVID-19 e, independentemente das informações contraditórias, fossem elas oficiais ou oficiosas, começou a dar corda aos sapatos e era o ver se te avias. Equipada com o seu EPI, ajudava tudo e todos e não havia medo que a detivesse.


Ambos fizemos o download do nosso ‘novo normal’ 
e já estamos prontos para a nova temporada,



Filipe Coutinho

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

O meu ‘REI’


Esta minha nova vida pode não ter começado num "era uma vez", mas vai acabar num "fomos felizes para sempre".
É bom saber que tenho alguém no mundo que me faz tão bem

Olá Filipe, vim aqui para te dizer algo sério, importante e necessário… vim aqui para te dizer que penso em ti desde o nascer ao por do sol e no entretanto sonho contigo… vim dizer que tu és o meu Rei e que sinto algo que parece não caber em lado algum, algo que não consigo definir nunca... um amor imenso que não tem tamanho, um amor que nunca terá fim, sabes porquê?

PORQUE me sinto segura ao teu lado, porque me sinto amada, porque posso sempre contar contigo, porque nunca me deixas para trás, porque gostas do meu mundo, porque estás sempre disponível, porque gostas da minha ajuda, porque podemos ser 'estúpidos’ juntos, porque rio muito ao teu lado, enfim, por todos os porquês! Afinal, tu só podes ser aquela outra metade pela qual esperei a vida inteira. É bom amar-te.



Nada me falta além da tua presença.


Filipa Coutinho

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Carta ABERTA


Quando pensei em 2020, pensei que muito pode acontecer.


Mas, no essencial, pensei naquilo que não se vende nas lojas, nem em lado nenhum. Pensei num ‘’gosto muito de ti’’, num ‘’obrigada por existires’’, num ‘’estou aqui para ti, SEMPRE’’.

Filipa, quando tiveres que me dar um presente - seja em dezembro, em outubro ou noutro mês qualquer - prefiro que me ofereças abraços apertados, gargalhadas, palavras que me protejam, mãos dadas o ano inteiro, que me ajudes a viver de peito aberto e a acreditar sem mas, enfim, que me proporciones aqueles pequenos nadas que valem tudo na vida



Filipe Coutinho

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

‘Nós’ e ‘A Gente’!


Muitos têm assumido o pronome ‘a gente’ como a primeira pessoa do plural, o que demonstra a sua aceitação e a sua funcionalidade. Assim fica a dúvida: qual o pronome mais correto? “A Gente” ou “Nós”?



Na verdade não há um mais correto que outro. Equivalem-se. Um inclusive – a gente – tem a concordância mais simplificada. Quando dizemos ‘a gente’, todos os verbos que concordarem com essa expressão estarão obrigatoriamente no singular. Diz-se a ‘gente vai’ e não ‘a gente fomos’ mas se a usar o verbo no plural, use o pronome ‘nós’, ‘nós fomos…’, ‘nós viemos…’, ‘nós concordamos…’. Não existem certo e errado, existe uma outra forma de se transmitir uma mesma ideia, de modo simples – ‘a gente’ – ou de modo mais cerimonioso, sério, formal – ‘nós’.


A Filipa quer simplesmente abolir a forma “a gente” na função pronominal. É verdade que a gramática tradicional considera apenas a existência dos pronomes pessoais eu, tu, ele, nós, vós e eles – que não inclui formas como “você” e “a gente”. Por isso, quando fazemos o uso da norma culta, devemos exigir o “nós”. Já na comunicação informal, “a gente” é perfeitamente aceitável.




Até mesmo o genial Machado de Assis, famoso pelo fino trato com as palavras, escreveu: “A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre, por mais vontade que tenha de as infringir deslavadamente.”



Filipe Coutinho

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