quinta-feira, 22 de setembro de 2022

És TU

 

“Tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas."



Filipa Coutinho

 

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sexta-feira, 18 de junho de 2021

"Posso pôr"

 

Ver um filme, uma série, um documentário ou até mesmo um programa interessante na TV, é sempre um momento extraordinário para desfrutar ao lado da Filipa.



Normalmente, isto é, sempre, é um momento que se desdobra em várias partes. Cada reinício começa sempre pelo inevitável Posso pôr”referindo-me naturalmente ao momento em que ambos fizemos o nosso mini-break – altura em que estamos preparados para uma nova etapa televisiva. Isto acontece porque nos respeitamos mutuamente e nenhum de nós quer sonegar ao outro um único frame. Na maior parte das vezes, só ao segundo ou terceiro “Posso pôr” é que a Filipa sussurra, “Podes”.

 


As nossas escolhas correspondem a uma seleção meticulosa porque nenhum de nós quer chegar ao momento do “Posso pôr” e ouvir um NÃO. Ficam aqui algumas das nossas escolhas que justificam o “Posso pôr”...

 

Filipe Coutinho

 

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sábado, 10 de abril de 2021

I'll be right in…


Isso de ser feliz tem muito que se lhe diga. 

Não há certo ou errado. 

É diferente para todos e ainda bem.


A Filipa ‘passa-se’ um pouco, sempre que eu lhe dou conta de quase tudo o que se passa à minha volta, seja comigo ou com qualquer coisa que mexa! Também está no meu ADN dizer-lhe com frequência o que faço, o que fiz e o que vou fazer agora ou mais logo. Uma fatia gorda da minha felicidade é tudo isto. Gosto de partilhar.

O problema, ou antes, a questão que pode emergir desta minha partilha em 'tempo real' é a de poder estar a ser inconveniente. Na verdade, para mim, é um conforto autossustentado. Sinto-me mais seguro, sinto que pertenço a algo maior que eu, muito maior que a minha ‘vidinha ’apenas porque envolvo os que amo no que faço ou deixo de fazer. Provavelmente exagero.

Agora, o desafio, também em 'tempo real', é o de compatibilizar esta minha atitude com outras, que são, na prática, quase o oposto. Digo outras, porque este meu tempo real’ envolve também os amigos. Tudo obviamente nas devidas proporções. A Filipa é uma ‘proporção’ maior. Óbvio.

Isto tudo para chegar à felicidade e à harmonia. São vizinhas. Há quem prefira a harmonia à felicidade. Contudo, pelo menos para mim, ambas são importantes. Este meu ‘tempo real’ está mais ligado à harmonia, ou seja, corresponde a viver mais com a nossa própria consciência, com o nosso meio envolvente, com a pessoa que amamos e com os amigos que consideramos imprescindíveis. No final do dia este modus vivendi serve a felicidade e isso é relevante.



Filipe Coutinho

 

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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Vai-se DESLIGAR!


Olha, vai-se desligar…!!@!?, diz a Felipa, sempre atenta, com a necessidade de me informar que a televisão se vai mesmo desligar, caso não sejam tomadas, atempadamente, as medidas preventivas adequadas!

Esta situação é recorrente.

Se a Filipa não tivesse sempre esta atitude diligente, meticulosa e providente - até mesmo INSPIRADORA - o filme, a série ou até mesmo a informação noticiosa, perdia-se, e ninguém dava por isso. Nem eu, nem o Lucas, nem mesmo o Sérgio das televendas, que - depois de dizer Olá - já só tinha 40 segundos para falar!

 

Obrigado


Filipe Coutinho

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Conversas…#@%!!?


Quando nós achamos que sabemos tudo, 
vem a pandemia e muda todas as conversas.


Não há nada como sair de casa cá dentro
 

Filipa, lembras-te o que tínhamos combinado?

Pois é, ficámos de ir a casa dos Ló para comemorarmos o primeiro ano do lançamento da nossa marca de vinhos! De qualquer forma, acho que devíamos falar primeiro com os Rodrigues para saber se eles também estão a pensar juntar-se a nós. Quanto aos outros não sei mas acredito que seremos 10 ou 12 à mesa.

Mudando de assunto, amanhã temos de sair mais cedo para conseguirmos chegar ao ginásio antes de todos os outros de forma a evitarmos as cenas do costume. Não queria que se repetisse aquela situação das raquetes e muito menos ter de ficar outra vez no balneário azul.

Amanhã vou preparar toda a documentação para participarmos no concurso de que te falei a semana passada – o mestre cavaleiro – e seria fantástico se a Madrinha também se inscrevesse. Podias falar com ela ainda hoje, e dizer-lhe que as inscrições estão limitadas ao número de cavalos disponíveis. Ela podia montar o ROJÃO porque, para além de gostar dele, tem conseguido bons resultados. Se bem me lembro, da ultima vez ficou à frente dos Raposos.

Também, tenho andado preocupado com a nossa viagem a Paris porque parece que a maioria dos hotéis estão cheios. Caso a situação se mantenha, proponho que façamos a viagem a meio da próxima semana e que aproveitemos a situação para fazer uma espécie de fim-de-semana antecipado. Podemos até convidar os Pierre para almoçarem connosco, logo na quinta-feira, já que não os vemos há mais de um ano.

Agora vou a casa dos Guimarães para acertarmos todos os pormenores sobre a Festa do Presunto. O Tiago e a Mafalda Antunes vão lá estar. Queres que adiante alguma coisa sobre o teu projeto das tatuagens ou vens também!   


Filipa, qual é o filme que queres ver hoje?
Se calhar preferes uma série.

Telefonas-te aos Azevedos? 


Filipe Coutinho

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domingo, 14 de fevereiro de 2021

#aminhanamorada

 

Dia dos Namorados, uma lenda com tradição


A filha do carcereiro de Valentim, que era cega, movida pela curiosidade, terá pedido para o visitar no cárcere e, mal se aproximou dele, recuperou a visão. Ambos se apaixonaram um pelo outro. Numa carta escrita à sua amada, ele ter-se-á despedido com a expressão “do seu Valentim”, sinónimo de “do seu namorado”.

Eu amo a Filipa. 


Filipe Coutinho

 

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Novo Ano, nova ESTIRPE!

O OPTIMISTA fica acordado até à meia-noite para testemunhar a entrada do Novo Ano. Os PESSIMISTAS ficam acordados noite dentro, para terem a certeza que o ano velho já se foi.

 


Vim aqui para desejar que a Filipa tenha o melhor 2021de sempre´…!!@!?  e ainda, como diria ‘o outro’, Saúde, Paz e Prosperidade, para todos os Povos e Nações do MUNDO!


 

Filipe Coutinho

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domingo, 13 de setembro de 2020

Foi ONTEM...



 




O casal perfeito existe.

É feito de lógica e razão.



Filipa Coutinho   Filipe Coutinho

 

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sábado, 12 de setembro de 2020

É Hoje....

721 dias depois, vai acontecer!

Um percurso estruturado, com poucos contratempos, mas com uma pandemia pelo meio. Nós seguimos em frente.

 

Acredito que num casamento tem que haver compatibilidade entre os interesses de ambos. Compatibilidade não quer dizer igualdade. É importante levar em consideração as diferenças. Digo mais, é SEMPRE preciso processar, entender e aceitar as diferenças. Os interesses estão mais associados ao momento de vida de cada um e menos, por exemplo, à idade. A métrica da idade é apenas isso, uma métrica.

Sem excepcionar o AMOR – que é uma espécie de refogado insubstituível – devemos considerar, por exemplo, todos os outros interesses: os afectivos, as expectativas quanto ao futuro, os filhos, o ‘work life balance’, i,e, os interesses que se movem em torno das carreiras profissionais face à disponibilidade para gozarem tempo juntos, os desafios futuros, entre muitos outros.

 

 

Tome NOTA:

PRÍNCIPE: o Príncipe encantado não existe! (1)DEDICAÇÃO: para que o motor não falhe, a dedicação tem de ser mútua ; CRISES: em momentos de crise o segredo é saber contorná-las e sair fortalecidos ; ROTINA: todos os casamentos caem na rotina, mas o segredo, de novo, é ser realista e perceber como ser criativo nessas ocasiões – e também saber viver com ela, já que às vezes, ela pode ser nossa aliada (2)STRESS: compartilhar todos os momentos do dia sem criar stress â sua outra metade – é preciso saber entender quando o outro não tem vontade de falar sobre nada depois de um dia cheio de tudo (3)DISCUSSÕES: vai haver discussões – é natural como o iogurte – mas é preciso saber discutir sem faltar ao respeito e sem colocar a relação em risco! ;FELICIDADE: a felicidade não depende apenas do casamento, embora ele seja um pilar importante, já que deve evoluir com o intuito de se tornar um “porto seguro” ; PACIÊNCIA: a paciência tem de ser, ou deve ser, um dos primeiros ingredientes de um casamento feliz (4);DAR: dar o que se quer receber é um segredo básico para a felicidade do casal ;OPINIÃO: a nossa opinião não é a verdade absoluta, é apenas a nossa opinião (5);AMEAÇAS: não podem existir ameaças, é um caminho sem retorno ; CONFIANÇA: é basilar – caso não exista ou se perca, não vale a pena fingir ; DEFEITOS: eu também tenho defeitos e a Filipa também já os descobriu ; ATRITOS: não vale a pena ir dormir sem ter resolvido um qualquer atrito latente ; FAMÍLIA: as famílias podem dar conselhos, mas jamais devem decidir por nós ; DIA-a-DIA: é importante encontrar o prazer e a alegria nas pequenas coisas do dia a dia. (cozinhar juntos, caminhar juntos (6), ver um filme juntos, degustar um vinho, ver um jogo do Sporting juntos, etc…) ; ADAPTAR: não vale a pena tentar mudar o outro sempre que percepcionar um aparente “defeito” – não é possível – o que vale a pena é adaptar-se ; ELOGIOS: elogios são sempre bem-vindos! PONTO ; SEGREDOS: uma coisa é individualidade e outra, bem diferente, são os segredos… não vale a pena alimentar os segredos porque mais tarde do que cedo, eles serão motivo de ruptura, por menores que sejam ; SILÊNCIOS: o silêncio pode ser muito mais nocivo do que as palavras, portanto, nada de silêncios constrangedores… o melhor é discutir e resolver o que houver a resolver! ; PERFEIÇÃO: o meu casamento não será perfeito, nenhum é! (7)CERTEZA: é importante nunca esquecer porque quisemos casar e fazer este caminho juntos... esta certeza vai ser uma grande aliada em momentos de crise ;AMIGOS: não nos podemos fechar e tentarmos ser felizes sozinhos... a família e os amigos importam, e muito! ; HUMOR: nunca, mas nunca, deixe o humor à porta (8)


(1) – eu sou um Rei; (2) – tenho rotinas; (3) – compartilho muito; (4) – sou tipo chinês; (5) – tenho imensa opinião; (6) – não ando; (7) – eu sou perfeito; (8) – invento / crio humor

 

 

A Lealdade mede o nosso carácter.

Eu AMO a Filipa


Filipe Coutinho


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segunda-feira, 4 de maio de 2020

PANDÉMICOS!



Quando achamos 
que temos todas 
as respostas, 
vem a vida e
muda todas as perguntas.




Subitamente, fomos declarados 'pandémicos'. O facto é que eu, Filipe Coutinho, já tinha começado a fazer contas à vida no final de janeiro. Estas surpresas chinesas nunca são surpresas, são certezas obscuras. A Filipa, no alto da sua tranquilidade, disse à altura que o bicho era uma ficção e que tudo não passava de folclore para favorecer as farmacêuticas, os chineses, quaisquer outros interesses globais, ou mesmo para favorecer as tartarugas Ninja!

Eu, como referi em janeiro, ‘confinei’ o pensamento e considerei que o surto era muito mais perigoso do que se perspetivava e agi em conformidade. Fiz umas compras antecipadas – gel, álcool, luvas, medicamentos – mas esqueci-me das máscaras. Disse à altura que tudo ou quase tudo ia fechar, que o alarme social poderia gerar situações de conflitualidade generalizada nas ruas, que o estado de emergência ia ser declarado e que muito provavelmente poderíamos vir a assistir à declaração de estado de sítio. À excepção das compras, acho que exagerei de sobremaneira.

Só na transição do estado de calamidade para o 1º estado de emergência é que a Filipa despertou e começou a considerar que a situação era mais séria do que ela tinha previsto. Curiosamente, esse foi o momento em que comecei a considerar que o exagero estava instalado. Tive acesso a uma entrevista dada por um médico português – André Dias, PhD., Doutorado em Modelação de Doenças Pulmonares pela Universidade de Tromso, na Noruega – que enfatizou, com base em dados reais, que o modo como o mundo estava a lidar com a pandemia do novo coronavírus era injustificada. Foi a autópsia de um EQUÍVOCO.




A Filipa, entretanto, adaptou-se ao COVID-19 e, independentemente das informações contraditórias, fossem elas oficiais ou oficiosas, começou a dar corda aos sapatos e era o ver se te avias. Equipada com o seu EPI, ajudava tudo e todos e não havia medo que a detivesse.


Ambos fizemos o download do nosso ‘novo normal’ 
e já estamos prontos para a nova temporada,



Filipe Coutinho

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